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11 de março de 2014

TCFQ: 7 Dicas e Informações úteis

Dei uma olhada em alguns blogs, fóruns e grupos, e como não encontrei um detalhe neste sentido, apenas algumas informações mais soltas sobre a prova, gostaria de deixar algumas informações e dicas sobre o TCFQ.

Eu fiz a prova há dois anos, e farei novamente agora (mais detalhes no post anterior), após o ajuste do BIQ. A prova agora (a partir de Fevereiro de 2014) possui outras duas frentes de avaliação, totalizando 4 provas:
  • Compréhension orale (30 questions) – 25 minutes
  • Expression orale (6 questions) – 15 minutes
  • Compréhension écrite ( 30 questions) – 45 minutes
  • Expression écrite (6 questions) – 1 heure et 45 minutes

Dica número 1

As duas primeiras provas acima são as mais importantes. Cada uma pode dar 5 pontos para B2, 6 pontos para C1 e 7 pontos para C2 cada uma no dossiê para imigração. Se você tirar, por exemplo, B2 na “Compréhension orale” e C1 na “Expression orale”, já são 11 pontos garantidos. As duas últimas somente lhe renderão 1 ponto cada se, somente se, você tirar qualquer pontuação igual ou superior a B2 (B2, C1 e C2). Mesmo se tirar C2 nas provas de “Compréhension écrite” e “Expression écrite”, se somarão em seu dossiê apenas 2 pontos. Portanto, dê seu "poder de fogo" nas provas orais.

Dica número 2

Toda a prova é organizada de forma crescente de nível de dificuldade. Então no início de cada uma delas, você começará no “bêabá” no francês (A1), e irá dificultando conforme você avança na prova até alcançar o “topdustop” (C2). A segunda dica entra aqui: não dê menos importância às questões dos níveis mais baixos. Todas as questões possuem o MESMO PESO de pontuação, e se perder uma fácil, terá que acertar uma difícil para compensar. Essa dica vale para as provas de Compréhension orale e Compréhension écrite.

Dica número 3

Sabendo disto, infelizmente, como ocorre em qualquer prova que fazemos na vida, nem tudo se baseia somente em nosso conhecimento e proficiência naquilo que estamos sendo testados. A prova tem “macetes” e pontos nos quais ela sempre cobra e na forma em que ela é organizada. Pra compreender como são as provas do TCFQ, vale fazer alguns simulados do TCF. É possível fazer alguns simulados nesse sentido nestes materiais e links:

  • Didier – Guide Officiel - TCF
  • TV5 Monde - TCF
  • RFI - TCF
  • Livro TCF 250 Activités (Billaud Sandrine et Helene Relat)
  • Livro Reussir Le TCF: Exercices et activites d’entrainement (Olivier Bertrand et Isabella Schaffner)
  • Mais dicas neste sentido na coluna "Francês" à direita do blog

Dica número 4

O ouvido é o grande inimigo nesta prova, pelo simples fato de que as provas mais importantes são as provas de “Compréhension orale” e “Expression orale” (as que mais dão pontos no dossiê como vimos acima). Se não treinar bem os ouvidos para escutar bem tanto a gravação da prova de compreensão, quanto o/a examinador(a) da prova de expressão, muitos pontos podem ir pelo ralo. DICA BÔNUS: Sente ao lado da caixa de som no dia da prova. ;) Por isso, vale ouvir radios o dia inteiro, escutar podcasts, e claro, em francês internacional e em francês quebequense. Abaixo estão algumas dicas de rádios para treinar os ouvidos:

Dica número 5

É sempre bom saber aonde se quer chegar, e as possibilidades para alcançar esta meta. Para isso, é de suma importância ler (reler, reler e reler) o GPI - Guide des Procédures d’Immigration, que é o documento oficial para todos aqueles que querem imigrar através do processo de Québec, e também o Manuel du candidat TCF pour le Québec, que é o documento oficial do TCFQ. Não ache que é balela, e que não é necessário ler esses documentos antes de fazer a prova, e até mesmo antes de entrar no processo de imigração. Você pode perder detalhes e dicas valiosas nestes documentos. Por isso LEIA-OS MESMO!

Dica número 6

Há muitos blogs e sites na internet que possuem relatos sobre quem já fez a prova. Esses relatos são úteis para ter uma noção do que é perguntado na parte de Compreensão Oral, por exemplo. Abaixo estão alguns bons links de referência:


Dica número 7

Se você aprende muito estudando sozinho, você aprende muito mais estudando com um professor particular. Não há como discutir que alguns detalhes da língua, mesmo tendo exercícios com a correção para fazer sozinho, nós nunca descobriríamos. São nuanças da língua que somente alguém com vivência da língua poderá nos atentar. Principalmente para os níveis que dão alguma pontuação no processo (B2, C1 e C2), é necessário aprender algumas particularidades do francês, estruturas da língua, expressões idiomáticas, etc. Há muitas opções para se ter aulas particulares. Desde escolas que possuem essa modalidade, professores freelancers e professores via Skype (no Brasil e no exterior). Claro, o custo de cada uma dessas opções difere de acordo com a região e modalidade escolhida, mas é possível conseguir opções que estejam em conta (MESMO).

No mais...

...acompanhe as notícias de imigração sempre que possível, para saber o que mudou, como pontuar, como alcançar o objetivo de uma boa nota, para enfim, estar dentro do processo!

Minha segunda prova será no dia 15 de Abril de 2014.

Torçam por mim nesta segunda canseira. Rs..

Abraços!

8 de dezembro de 2010

J'adopte un pays

Olá meu povo!

Pouco tempo após assistir o filme que citei no post "Eu vou sair, você fecha a porta?", escutando como de costume os podcasts da RCI (Português), ouvi durante os comentários finais do programa, onde lêem cartas e postagens dos ouvintes, sobre um projeto de um dos apresentadores do programa, Hector Vilar, chamado J'adopte un pays: Opção: Canadá.

Na verdade foi um comentário bem breve, e não foi citado nem mesmo o nome do projeto, apenas o nome dos personagens, que neste caso são Patrick e Valéria. Até eu descobrir, foi complicado. rs..

O que importa é que é um projeto filmado em 2007 que mostra a realidade de um casal, os quais citei acima como personagens, já com visto na mão e em ponto de partida para Montréal. A "mini-série" é composta por 20 capítulos e um pequeno capitulo final de desfecho. Mostra bem como é o início dos imigrantes falantes de português na província francófona.

É mostrada a dificuldade na obtenção de emprego, como funcionam as universidades, o inverno, o francês que é a grande barreira, o inglês que é a segunda chave de Montréal, entre muitas e muitas outras informações bacanas de um casal verídico.

Recomendo assistir todos os capítulos, para se divertir, e também para conhecer alguns aspectos importantes da imigração.

Segue o primeiro episódio da série:

Parabenizo a equipe RCI por trazer de forma tão bacana estas informações para quem ainda está por aqui no Brasil e precisa de boas referências sobre a imigração. E claro ao casal, que dispuseram de suas vidas pessoais para mostrar fatos da imigração de forma real. Sucesso para vocês!