24 de fevereiro de 2014

Intercâmbio ou não?

Me encontro num grande dilema com relação a imigração...

O que a pergunta do título do post tem a ver com imigração? Pois bem...

Essa semana enviarei a atualização do meu dossiê ao BIQ Mexico, constando a inserção da minha esposa, com os documentos traduzidos e pagamento da taxa para conjoint. Ela não possui um pingo de francês, então não pontuará neste quesito, e sua profissão está na lista dos 6 pontos.

Anteriormente, eu pontuaria facilmente para receber CSQ em casa, mas com a mudança nas regras, tem gente que enviou TCFQ com resultado B1, e já recebeu email do BIQ pedindo pra atualizar o teste para B2. Aí que eu entro com meu dilema.

Com a alteração do processo, provavelmente eu fique no limite da pontuação para casal, e ainda tenho o complicador do TCFQ. Anteriormente tirei B1/C1. Ou o BIQ considera a média dos fatores como B2, ou serei solicitado em breve a fazer um novo teste para tirar B2.

Devido aos custos com estudo do francês, há muito tive de parar de estudar a língua, e é basicamente impossível conseguir tirar B2 em um novo TCFQ nos próximos 3-5 meses, prazo este que é uma estimativa pessoal minha de que eles me chamariam, seja para entrevista ou para envio de um novo TCFQ.

Cheguei a cogitar um intercâmbio de 4 semanas a "toque de caixa", dentro dos próximos 4 meses, para fazer 160 horas de francês e buscar atingir o B2 em tão pouco tempo.

Avaliei algumas possibilidades no Brasil também, mas não encontrei nenhuma opção que valesse o investimento de dinheiro e tempo, até porque não existe um curso de francês que me possibilite estudar 160 horas em um mês...

Então estou aí... Faço ou não um intercâmbio? Lembrando que essa brincadeira, se eu optar em fazer, vai me custar facilmente algo entorno de 9-11 mil reais (passagem, curso, estadia, alimentação, transporte)... Já fico maluco só de pensar... Se fizer no Brasil, com professores particulares, por exemplo, posso gastar menos, mas não ter a certeza de alcançar o B2.

O que acham? Sugerem mais alguma opção?

3 de fevereiro de 2014

A canseira dos documentos não acabou

Pois é! Como alguns que já nos acompanham já sabem, eu já estou no processo com dossiê no BIQ México desde julho de 2012. Sim, já somam-se 1 ano e 7 meses de provincial. Todos os recordes de prazo batidos, e olha que ainda tem gente em pior situação, desde 2011 esperando. Não preciso dizer o quanto isso é desmotivante, certo?

Enquanto isso, em paralelo, casei, e agora preciso inserir minha esposa no processo. O viés disso é que preciso correr atrás novamente de todos aqueles documentos solicitados em dossiê para minha esposa, e para mim. É, nós trocamos os nomes para nomes de casados, tanto eu quanto ela, e aí o problema é duplicado, e os gastos também.

De toda forma, espero até o fim do mês de fevereiro já ter tudo em mãos e traduzido para enviar ao BIQ, para atualizar o dossiê.

Como o amigo Doug mencionou, não há nem previsão de entrevistas para o Brasil, conforme lista oficial. Então o jeito é engolir a seco aquele email falando para me preparar (sem previsão) em outubro de 2013, criar ânimo e dinheiro para retomar os estudos de francês e orar e crer que Deus está no controle, que as coisas irão caminhar em breve.

Até a próxima!

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